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domingo, 9 de abril de 2017


Muitos no Brasil ainda mal tem cobertura 4G disponível na cidade ou ainda luta para achar um sinal decente, estável e duradouro de 3G. Porém o andamento das tecnologias de redes de celular já aponta para o próximo destino: a quinta geração de conectividade móvel, popularmente conhecida como 5G.
Embora as previsões ainda estejam um pouco nebulosas em termos de data, em matéria de tecnologia já temos algumas informações a respeito do que deve ser uma das grandes novidades dos dispositivos móveis para daqui a alguns anos. Os Estados Unidos, que devem ser um dos pioneiros no desenvolvimento da estrutura, já estão preparando o terreno para a evolução. Do outro lado do mundo, Japão e Coreia do Sul também já mostraram estrutura e testes.
Velocidade, diversificação e capacidade são só algumas das palavras-chave dessa novidade. Mas quais são as promessas, e, em que elas podem melhorar a sua vida ou a forma com que você usa o seu smartphone? Essas são algumas das perguntas que já podem ser respondidas.
Afinal, o que vai mudar?
Na transição do 3G para o 4G, o foco estava em melhorar a taxa de transferência de dados e diminuir a latência. Desta vez, é claro que esses ganhos também estão no meio, mas o foco principal tem sido em transformar o 5G em um ecossistema completamente novo. Para cumprir os requisitos determinados, pode ser necessário aprimorar ou mudar a interface atual. Porém, tecnologias LTE-A e até WiFi podem ser aproveitadas para a garantia de bom funcionamento da nova conectividade.
O aumento de velocidade do 4G para o 5G promete ser bastante significativo. De acordo com a FCC, o órgão norte-americano que funciona mais ou menos de acordo com a Anatel aqui no Brasil, a próxima geração de internet sem fio deve ser tão boa quanto a tecnologia atual de fibra.
Atualmente, a velocidade de transferência do 4G LTE chega a 1 gigabit por segundo (Gbps), sendo que o consumidor normalmente não chega a ter nada perto disso. No 5G, não está claro ainda qual será a velocidade par ao consumidor, mas não seria surpresa algo acima de 10 Gbps. O padrão ideal a ser alcançado pelo 5G é o de 20 Gbps, o suficiente para baixar um filme em alta definição em 10 segundos. É claro que essa velocidade toda é mais um "teto" para a indústria se basear e desenvolver soluções. Além disso, obstáculos (como prédios ou paredes) e outros sinais e ondas interferem bastante nesse valor. Não se empolgue, pois obstáculos como prédios ou paredes e outros sinais e ondas interferem na velocidade.
O que podemos esperar? Em testes, a operadora japonesa DoCoMo conseguiu atingir 2 Gbps dentro de um prédio em Tóquio, e 2,5 Gbps dentro de um carro. Já o consórcio Next Generation Mobile Networks Alliance, que define padrões da indústria para a aplicação de redes, estabeleceu que o 5G deve oferecer 1 Gbps simultâneo "para diversos funcionários ao mesmo tempo em um andar de um prédio comercial", ou seja, uso individual será com certeza mais rápido.
A Samsung já atingiu 7,5 Gbps em testes, enquanto a Nokia marcou 10 Gbps. Um teste de 1 Tbps (terabits por segundo) chegou a ser registrado, mas sob condições extremamente específicas. Para efeitos de comparação, a rede atual de LTE-A chega a 300 Mbit/s.
Mas afinal, o que é Latência?
Em computação, a latência é o tempo que um pacote de dados ou comando leva para ir de um ponto a outro. Quando você dá a ordem para entrar em um site no seu smartphone, há uma "espera", por mais rápida que seja, para que a ordem se transforme na ação propriamente dita, o navegador entenda o seu objetivo e a página carregue por completo.
No 4G, a média de tempo de latência está em 10 milissegundos (ms). Isso é muito baixo para os nossos padrões em horas ou minutos, mas está bastante defasado em termos de eletrônicos que precisam ser imediatos. Para o 5G, a idéia é ter latência extremamente baixa, na faixa de 1 ms.

Para explicar direito como isso afeta o consumidor, vamos usar o exemplo da Huawei com testes em carros autônomos. Nas redes 4G, a latência era tão alta que um veículo de 100 km/h demoraria 1,4 metros para parar o carro efetivamente ao detectar um obstáculo e enviar um comando de freio. No 5G, o automóvel se mexe por somente 2,8 cm, ou seja, uma distância comparada ao de um sistema de freios ABS.(tecmundo.com.br)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Artigo do presidente do Sebrae-SP, Paulo Skaf: Por leis trabalhistas mais modernas


"Estamos do início da modernização das regras, mas como tudo na vida, sem o primeiro passo nada vai adiante", disse Paulo Skaf

Acabamos de entrar em 2017 e, como é de praxe, todo início de ano chega cercado de planos, desejos e promessas, tanto no campo pessoal quanto no profissional. Queremos melhorias, realizações e alegrias. No que se refere ao Brasil, esperamos por mudanças, principalmente na economia, para podermos ter uma perspectiva mais positiva e vislumbrarmos dias de tranquilidade.

Sem dúvida, um dos maiores anseios de muitos brasileiros para 2017 é conseguir trabalho. Atualmente, há 12 milhões de desempregados no País. Isso significa falta de dinheiro para o cidadão arcar com suas necessidades e famílias sofrendo privações de todo tipo, entre outras consequências.

Para transformar esse cenário, temos de deixar o que não serve para trás. Por isso, defendo a modernização da legislação trabalhista como elaborada pelo governo federal. O País ainda é regido por regras da década de 1940 nessa área. De lá para cá, a realidade se alterou e a sociedade tem uma dinâmica diferente. Precisamos tirar o gesso dessa legislação e trazê-la para os dias de hoje.

A reforma das leis trabalhistas é uma necessidade. Temos de facilitar a contratação de mão de obra, principalmente por parte dos pequenos negócios, um setor que será fundamental para a retomada da oferta de empregos e geração de renda.

Além disso, isso representa respeito pelas pessoas ao permitir que elas atendam às suas necessidades e seus interesses. É valorizar o indivíduo, pois ninguém melhor do que ele para saber o que lhe é conveniente. Como negar que pessoas, famílias e empresas sabem o que é melhor para elas?

Com a reforma haverá, sim, flexibilidade. Negociações coletivas entre representantes dos funcionários e patrões vão prevalecer sobre a legislação. Assim, por meio de acordos entre as partes, os envolvidos ajustam seus interesses, chegando a um meio termo satisfatório para todos. É como diz aquela máxima: “combinado não sai caro”. O caso dos Microempreendedores Individuais (MEIs) da área de beleza e estética que hoje podem ser profissionais parceiros de salões são um grande exemplo disso.  

As críticas que circulam sobre as alterações nas regras são infundadas. Não haverá perda de direitos dos trabalhadores. Pela proposta, os 30 dias de férias estão mantidos, mas poderão ser divididos em três vezes conforme o caso. O adicional das férias permanece. A jornada de trabalho de 220 horas mensais não muda.

Em um momento em que faltam empregos, deixar intacta uma legislação que não agiliza a criação de postos de trabalho é incoerente.

Estamos do início da modernização das regras, mas como tudo na vida, sem o primeiro passo nada vai adiante. Acredito que o Congresso terá a sensibilidade para aprovar as medidas. Temos de fazer a mudança se quisermos que o nosso País avance

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Como produzir conteúdo de qualidade e otimizado para SEO




Depois de tempos em que o segredo para conseguir mais clientes era bombardeá-los com anúncios, hoje vivemos em uma era em que o conteúdo é rei. Não existe prova maior disso do que o crescimento de áreas como o Inbound Marketing, ao mesmo tempo em que o número de usuários de adblockers aumenta todos os dias mundo afora.
Diante dessa realidade, uma dúvida muito comum entre empresários e profissionais de marketing é como se destacar nesse meio - uma vez que apenas ter maior orçamento para anunciar e fazer publicidade não é mais sinônimo de sucesso. 
Uma das respostas mais comuns é estar bem ranqueado no Google. Afinal, é ali nas páginas de resultado que os usuários encontram produtos e serviços que tanto procuravam todos os dias. É um enorme meio gerador de negócios.
Mais de 100 bilhões de buscas são realizadas no Google mensalmente
Para chegar ao topo das buscas, claro, não tem como fugir do clichê: é preciso ter umconteúdo otimizado e de qualidade. Porque, como o próprio Google já anunciou publicamente, esse é o “segredo” para ter um bom desempenho orgânico.
Se você também se questionou como produzir um conteúdo rico, relevante para o usuário e ainda otimizado para SEO… está no lugar certo! Neste artigo vamos justamente destrinchar esse assunto e descobrir como aliar todos esses fatores para chegar a um texto incrível - e eficiente, claro! 
Vamos começar por... 

Olhe para o seu usuário (e seu comportamento)

O Google tem como objetivo fazer com que o usuário encontre aquilo que precisa com o mínimo de trabalho possível. Ele quer facilitar a vida das pessoas entregando o melhor resultado para uma busca logo de cara. 
É por isso que você deve produzir conteúdo voltado para o usuário - e não conteúdos praticamente automatizados, com foco nos robôs do Google.
Para que isso seja possível, é necessário que você conheça e entenda o seu público. Claro! Caso contrário, a chance de fazer materiais que não se encaixam nos desejos e necessidades do usuário são GIGANTESCAS.
Por esse motivo, pesquise bastante e entenda questões como:
  • Que tipo de busca meu público-alvo faz?
  • Quais são as dúvidas dele em relação ao meu produto?
  • Quais são os seus desejos?
  • O que ele espera do meu produto?
  • Quais outros assuntos relacionados ao meu produto podem ser interessantes?
Tente, a partir disso, produzir conteúdos que se encaixem nessas questões. Responda as dúvidas do seu público, seja útil para ele - e ele trará retorno comercial à sua empresa, tornando-se seu cliente ou indicando seu negócio a outras pessoas. 
Esse tipo de trabalho de análise e pesquisa também te ajudará a definir melhor outras questões relacionadas à produção de conteúdo, como a linguagem adequada, a periodicidade das publicações, o tamanho dos textos e até mesmo outros tipos de materiais a serem feitos (infográficos, vídeos, ebooks, podcasts, etc).
Conhecendo sua persona, aquele usuários que você deseja atingir e conquistar para a sua empresa, fica muito mais fácil todo o processo de criação de conteúdo - e torna-se muito mais assertivo também.
Ressaltando: se você produzir algo de qualidade para o seu usuário, consequentemente e naturalmente o Google irá reconhecê-lo por isso destacando seu site nas buscas orgânicas. 
Por isso, foco no seu cliente! 
Fonte: Hubspot 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Tecnologia gera um novo perfil de criativos



Data base, internet das coisas, métricas sem fim, aplicativos, realidade aumentada e smartphone que se transforma em sabre de luz com auxílio do Google Chrome. Ou uma impressora 3D que recriou, 347 anos depois, com uso de algoritmos, a textura, o estilo, as camadas e as cores de Rembrandt para uma exposição patrocinada pela seguradora ING, criação da J. Walter Thompson/Amsterdã, uma nova obra do pintor holandês. A tecnologia não é mais restrita à área de suprimentos das agências. Ela passou a ser elemento indissociável dos processos, inclusive os de criação.
Na avaliação de Gustavo Soares, diretor de criação da J. Walter Thompson, a tecnologia deve servir para tornar as mensagens mais impactantes, diretas e convincentes. “Por mais incrivelmente modernos e digitais que a gente consiga ser, não podemos esquecer que estamos no ramo de vendas: temos de criar desejo, influenciar decisões. Os elementos de criação não mudam: primeiro vem o impacto, em segundo vem a comunicação e, por fim, a persuasão. É um processo de sedução que funciona quando o seduzido não percebe. Ou, para usar o jargão moderno e digital, um processo seamless (sem emandas, quando não se percebe as etapas de impacto, comunicação e convencimento). Desde que o ser humano é humano, persuasão é seamless. Um bom spot de rádio precisa ser seamless, um OOH precisa ser seamless. A tecnologia segue esta lógica”, explicou Soares.
Thaya Marcondes, CEO da LBN, que está abrindo operação em Madri, em 2017, contempla a tecnologia no ambiente estratégico que pode ser uma ativação num evento. “Em 2009 desenvolvemos a esteira de corrida para New Balance, que ficava em pontos de venda da marca, além de fazer o teste da pisada. Ela filmava o cliente correndo para ele e depois analisava sua postura na corrida. O cliente podia escolher o cenário da sua corrida para o teste de pisada”.
Na avaliação de Mentor Muniz Neto, CCO da Bullet, na era da inovação, tecnologia passou a integrar o repertório de ações promocionais para sedimentar vínculo e marcas com consumidores.
“Não me refiro apenas ao digital, aplicativos etc. Falo de realidade virtual, óculos 3D, geolocalização, drones e geofencing. Enfim, recursos que simplesmente não existiam há alguns anos, mas que hoje compõem o ecossistema pelo qual nós e nossas marcas nos valemos para nos relacionar com o consumidor”, afirma Mentor, acrescentando: “O uso de tecnologia está presente em - arrisco dizer - 70% dos cases. Desde uma ação para Hering, cujo consumidor tinha de fotografar uma tela de desconto nos poucos segundos que estaria disponível no Snapchat, passando por uma caixa de tênis cujos cantos se transformam em sensores de velocidade. Nos eventos, o uso de óculos 3D é uma realidade para oferecer experiências ao consumidor que custariam uma fortuna para serem produzidas de outra forma. Enfim, a tecnologia é parte da rotina de quem cria para produtos e marcas. O desafio é lembrar que a tecnologia deve ser utilizada como um meio, em que o fim é a experiência do consumidor e o registro da marca ou do produto”.
Segundo Ana Couto, CEO da Ana Couto Branding, quanto mais inovador e relevante o projeto for, maiores são as chances de uma marca ganhar mercado. “Ninguém compra um produto ou serviço simplesmente porque é tecnológico. As pessoas compram porque aquilo tem relevância na vida delas”.
Na F.biz, a tecnologia está presente tanto na publicidade como nos projetos de TI através da divisão marketing tech. “Com ela temos a chance de simplificar soluções e isso pode estar em qualquer projeto, em qualquer meio. A proximidade com as plataformas, como Google, Facebook e Snapchat, entre outras, está no meio dos principais diferenciais da agência para a criação de projetos capazes de inovar a comunicação dos clientes. A tecnologia está embarcada no processo criativo, hoje, especialmente porque as ideias surgem da observação dos hábitos dos consumidores”, argumentou Guilherme Jahara, CCO da agência.
A inovação, na Heads, como explica o executivo Jimmy Nisgoski, “permeia o pensamento e as ações de uma forma orgânica”. Ele acrescenta: “Não existe uma linha divisória entre pensamento criativo e inovação, entre pensamento estratégico e inovação, entre estratégia omnichannel e inovação. Quando trazemos a inovação à frente, seja criando ações de live marketing, jornadas divertidas cross channel/plataformas com aplicativos, extensões de navegadores, terminando em IOT (Internet of Things), buscamos a materialização das soluções através do nosso time alocado em conjunto com parceiros tecnológicos extremamente competentes e ágeis”.
Na Y&R, a aproximação com startups faz sentido, principalmente na relação com as plataformas de mídias sociais e digitais. “Quanto mais a tecnologia se aproxima da criação mais ela se torna a própria criação. No universo da comunicação quem manda é sempre a ideia. Se olharmos os premiados em Cannes dos últimos cinco anos, vamos encontrar muitas ideias que são tecnologias (quase puras) aplicadas a uma causa ou marca, isso também é válido, mas é arriscado. O ponto ideal, na minha opinião, é onde tecnologia e criação se fundem, mas ainda estamos caminhando para isso”, observou Pedro Gravena, head de digital e inovação da Y&R.
Marcelo Reis, copresidente e CCO da Leo Burnett Tailor Made, fala que a publicidade precisa atingir o consumidor com sensibilidade, emoção e paixão. “Depois, tudo se transforma em análises técnicas, em racionalização e em dados”, ponderou. Tiago Lara, vice-presidente de planejamento da LBTM diz mais: “Hoje, grandes empresas possuem marcas poderosas que foram construídas sem o auxílio da publicidade como, por exemplo, Uber e Google (ou pelo menos do conceito tradicional de publicidade). Isso ocorreu simplesmente porque a via de construção virou mão dupla, antes éramos só nós, hoje o nós é mais gente”.
Para desenvolver uma campanha é necessário entender os canais. A expressão é de Fernando Guntovitch, CEO da The Group Comunicação. “Não adianta desenvolver um GIF para uma rede que não comporta esse formato; é diante das possibilidades tecnológicas que grandes ideias surgem, entretanto a inovação sozinha não tem força, ela precisa ser parte de um storytelling ou um conteúdo que vai além de um botão ou uma ferramenta moderna, a realidade virtual só se torna mágica quando a experiência e a mensagem encantam, sem isso ela é apenas um óculos e um celular. Usamos a inovação para eventos do Santander que contemplam alguns de nossos ferramentais digitais como plataforma de fotos em real time para eventos, otimização de convites e reminder e wi-fi com geração de leads”, detalhou Guntovitch.
Eduardo Battiston, CCO da Isobar, relembra que em 2006, na era pré-smartphones, a agência desenvolveu um projeto de cinema interativo para lançamento do Fiat Idea através do SMS. “Em 2009, convidamos o público em geral a criar o carro ideal para o futuro de forma colaborativa. Exibimos, então, no Salão do Automóvel daquele ano, em São Paulo, o Fiat Mio, produto final de mais de 11 mil ideias enviadas pelo público. Criamos o #SkyRec, um serviço de gravação de programas para clientes SKY, usando apenas uma hashtag no Twitter. Também desenvolvemos uma nova forma de experimentar carros pela internet, a Fiat Live Store, que levou quase dois anos em desenvolvimento, com hardware e software criados especialmente. Esse projeto nos rendeu o primeiro e, até agora, único Leão de Inovação da América Latina no Festival de Cannes”, detalhou Battiston.
“A propaganda invadiu o mundo digital com seu storytelling encantador e, mais recentemente, a propaganda lançou mão dos dados e da ciência para fortalecer e comprovar sua eficiência”, afirma Paulo Queiroz, copresidente da DM9DDB. “O futuro vai ser das agências que investirem na inovação e na criação de produtos para seus clientes. A tecnologia deve estar a serviço da ideia. Nunca o contrário”, disse André Pedroso, VP de criação da Momentum, citando os cases Nissan kicks bungee jump, ação desenvolvida pela Momentum para Nissan no Boulevard Olímpico do Porto Maravilha, e a promoção Sonhe alto Latam, que exigiu planejamento do projeto e plataforma tecnológica”, ele afirmou.
“O segmento de influencer marketing é impulsionado diretamente pela tecnologia, que é a base do modelo de negócio da Spark”, resume Rafael Coca, sócio-diretor da Spark. “Uma área de tecnologia muito forte e muito madura, que participa do negócio como um todo, influencia as demais: estratégia, mídia, performance, criação e produção”, destacou Paulo Sanna, VP de criação da Wunderman.
Na Grey Brasil, o CCO Rodrigo Jatene explica que a maioria dos colaboradores é nativo digital. “O wifialarm, Leão de bronze em Creative Data, é caso clássico de um produto que a Grey Brasil criou. Atualmente está em negociação com algumas marcas, que estão interessadas em comprar a solução e se tornar nossos parceiros. É uma ferramenta que transforma o sinal de wi-fi num sistema de segurança quando se está fora de casa. Se houver algum movimento estranho no interior do imóvel, o produto detecta e envia um push notification para o smartphone do proprietário ausente automaticamente, por meio de um app que controla o sistema de maneira remota”.
Interação
Capturar as menções e reações das audiências e dados de vendas são alguns dos propósitos da Today, como explica o sócio-fundador Adilson Batista. “Temos a tecnologia como parte do coração estratégico da agência desde nossa fase anterior, como Tesla (produtora digital que deu origem à Today). As marcas estão em busca de inovação que transformem seus negócios”, afirma o executivo. Ele prossegue: “A tecnologia possibilita também aplicarmos o brandformance, que significa construir marca no ambiente digital e, consequentemente, gerar vendas. Antes, sem a tecnologia, era preciso pensar em uma solução criativa para fazer branding e em outra para gerar vendas. Agora, é possível unir os dois mundos”.
A interação dos consumidores com as marcas é fonte de inteligência para mensurações estratégicas. É um ponto valorizado pela The Market Store. “Tratamos a tecnologia como ponto fundamental do negócio. Hoje, temos uma estrutura específica de tecnologia para propor soluções e inovações, que também é responsável por gerenciar todos os componentes envolvidos nos projetos. Da mesma forma, investimos em um sistema de gerenciamento de ações no ponto de venda, ligado ao um sistema de business intelligence, que permite gerar análises mais precisas, que agreguem valor real aos nossos clientes. Da mesma forma, realizamos projetos em conjunto com parceiros da China que nos permitam agregar maior tecnologia aos nossos projetos, especialmente no MPDV, ao mesmo tempo que nos permite realizar projetos economicamente viáveis”, disse Lucas Elias, vice-presidente de operações da TMS.
A Adsmovil tem a tecnologia no seu DNA, como explica o CEO Alberto Pardo. “A criatividade segue também como um pilar importante da nossa indústria. As máquinas poderão substituir muitas das atividades que as pessoas fazem, mas nunca poderão substituir a criatividade”, explica. “Prefiro encarar a tecnologia como mais uma ferramenta a serviço da ideia. É fundamental conhecermos a tecnologia disponível para que possamos aplicá-la ao nosso dia a dia. Por isso, inclusive, mudamos o posicionamento da agência e passamos a assinar como updating agency”, observa Paulo Henrique Gomes, sócio e vice-presidente de criação da Mood. “A campanha de segurança no trânsito que realizamos para a CCR é um bom exemplo. Fechamos uma parceria com o Waze, desenvolvemos um comando de voz que dá dicas de segurança no trânsito e fizemos uma campanha online e offline convidando as pessoas a baixarem em seus smartphones”, acrescenta.
Para Léo Xavier, CEO da Isobar Brasil, a construção de marca precisa objetivar a monetização. “Campanhas na TV, mídia paga, slogans, celebridades e jingles: nesta economia digital em que vivemos, o trabalho de construção das marcas pela publicidade não pode mais se resumir a fórmulas”, ele afirma. “A tecnologia hoje viabiliza novas soluções e, por isso, é um elemento de criação fundamental, mas não o crucial. Os dados, por exemplo, são elementos importantíssimos no nosso processo de criação, principalmente na geração de insights para que criemos de maneira mais certeira e para otimizarmos aquilo que criamos ao longo do período de determinado projeto. Muitos deles surgem por meio de tecnologias que nós temos hoje. Então nos preocupamos em saber utilizá-las e também operacionalizá-las da melhor maneira para que se tornem relevantes no processo criativo”, propõe Kauê Lara Cury, diretor de integração digital da AlmapBBDO.
Na Lew’Lara\TBWA, não há uma demanda direta dos clientes, mas proatividade pela entrega de inovação.
“O que nos guia para o caminho da inovação são as descobertas sobre o consumidor. Somos uma agência de propaganda e acreditamos que emocionar pessoas está no centro de tudo o que fazemos. Através da emoção, pessoas se afeiçoam às marcas e as retêm na memória e no coração. Então nossos investimentos têm sido no sentido de aparelhar ao máximo o planejamento para que BI e data sejam uma boa fonte de insights”, esclarece Felipe Luchi, sócio e CCO da agência.
Na Dentsu, como enfatiza o diretor de estratégia Newton Laguno, tecnologia é apenas uma ponte que liga marcas a seus consumidores através de valores compartilhados. “A grande ideia é o principal elemento de criação. Encontrar novas formas de executá-la é o estímulo que nos faz buscar tecnologias disponíveis ou, se elas ainda não existirem, desenvolver novas, para ao final entregar as experiências de marca mais incríveis possíveis”.
Fonte: Propmark

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Como reduzir reclamações de clientes nas redes sociais



Reduzir reclamações de clientes nas redes sociais pode ser um desafio e tanto. O SAC da sua empresa pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta de marketing para seus negócios. Por outro lado, se o serviço de atendimento ao consumidor não for eficiente, ele também pode piorar e muito a imagem da companhia nas redes sociais.

Afinal, hoje em dia é muito fácil e, cada vez mais comum, os clientes exporem suas insatisfações na internet. E, quando isso acontece, rapidamente centenas de pessoas recebem uma informação ruim sobre sua marca, prejudicando os negócios.

Por isso, se o cliente está buscando o SAC da sua empresa para resolver um problema, você não pode desperdiçar essa oportunidade! E a primeira coisa que precisa verificar para garantir sua satisfação é se há sempre um funcionário disponível para atendê-lo.

Pior que não ter um SAC é ter um que não funciona. Se o cliente telefona incansavelmente e nunca encontra linhas disponíveis ou se ele envia e-mails que nunca são respondidos, certamente ficará com uma péssima impressão da sua empresa e isso se refletirá quando pensar em reduzir as reclamações de clientes nas redes sociais.

Contudo, as causas para os consumidores não serem atendidos ou ficarem insatisfeitos podem variar. Por isso, listamos a seguir os principais pontos que você deve conferir na sua empresa, a fim de que o cliente sempre consiga contato e obtenha um retorno adequado.

1) Quantidade adequada de atendentes

Certifique-se de que há o número certo de operadores de atendimento para receber todas as chamadas que ocorrem. Se o número de atendentes for inferior ao necessário, as linhas estarão ocupadas por mais tempo e os consumidores terão de esperar muito para serem atendidos.

Os e-mails também não serão respondidos em um bom espaço de tempo. Além disso, os profissionais ficarão sobrecarregados e atenderão aos consumidores o mais rápido possível, mas sem se preocupar em despender o tempo e a paciência necessários para um bom atendimento.

Adequar o número de operadores te ajuda a reduzir reclamações de clientes em redes sociais, pois, quando bem atendidos no SAC, não irão procurar se fazer ouvidos por outros canais.

2) Equipe eficiente, com respostas eficientes

É possível que uma quantidade extrapolada de contatos ao SAC seja consequência de maus atendimentos. Se o consumidor não recebe uma explicação satisfatória no primeiro contato, ele tornará a ligar.

Do mesmo modo, se recebeu uma orientação errada de um dos atendentes, ou se está aguardando uma resposta prometida por e-mail que nunca chega, ele tornará a entrar em contato.

E, assim, o seu SAC terá, além da demanda de consumidores novos, clientes antigos que ainda não ficaram satisfeitos, sobrecarregando as linhas e os atendentes.

É preciso garantir que o SAC esteja resolvendo todas as questões com o máximo de qualidade e rapidez, não deixando margem para que o cliente entre em contato novamente por causa do mesmo problema.

Para que isso ocorra, sua equipe precisa ser qualificada, receber treinamentos e ser monitorada, para que trabalhe com dedicação.

3) SAC organizado

A pergunta do cliente, seja via e-mail ou telefone, deve ser direcionada à pessoa que sabe respondê-la. O que acontece, muitas vezes, é que há uma desorganização na equipe do SAC: os questionamentos são direcionados a um grupo que não sabe sanar dúvidas de tal tipo, o que pode dificultar a tarefa de reduzir reclamações de clientes nas redes sociais.

Enquanto isso, outro grupo, que saberia rapidamente auxiliar o consumidor, não recebe as ligações. Uma solução para isto é definir claramente os ramais de cada setor e a função de cada grupo no processo de atendimento. Também é necessário garantir que o primeiro atendente passará a demanda com eficiência para o setor correto.

4) Autoatendimento rápido e útil

As ferramentas de autoatendimento são uma ótima opção para desafogar o fluxo de ligações e e-mails, deixando o cliente satisfeito. Há várias demandas que são simples, pontuais e se repetem, podendo facilmente ser resolvidas por esse meio. Isso garante agilidade e reduz os custos de manutenção do SAC, o que, invariavelmente, vai te ajudar a reduzir reclamações de clientes nas redes sociais.

No entanto, alguns cuidados precisam ser tomados: primeiro, o autoatendimento deve ser bem direcionado, para que o cliente ache exatamente o que procura; segundo, ainda durante o autoatendimento, é necessário que haja a opção de se falar com um atendente a qualquer instante.

5) Equipamentos de qualidade

Você pode ter o número adequado de funcionários, um ambiente bem organizado e uma equipe totalmente comprometida em atender o consumidor. Mas prejudicará o serviço se não tiver equipamentos atualizados para atender a todas as necessidades.

Um sistema de computador que trava constantemente, por exemplo, pode fazer com que um atendimento leve o dobro do tempo para ser feito. E, enquanto isso, outro cliente está esperando.

Atente para essas dicas e otimize seu SAC para que o cliente saia sempre satisfeito! Com certeza, as redes sociais não são apenas utilizadas para expor experiências negativas e, com um bom atendimento, elas podem servir como uma grande fonte de marketing para a sua empresa.

Reduzir reclamações de clientes nas redes sociais pode ser a chave para destrancar esta fonte.

Fonte: Albert Deweik - CEO da NeoAssist

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Paulo Tonet é eleito o novo presidente da Abert

Na última quarta-feira (30/8), o Conselho Superior da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) elegeu, por unanimidade, o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, para a presidência da entidade no biênio 2016-2018.
Crédito:divulgação
Tonet substitui Daniel Pimentel Slaviero, diretor-geral do SBT em Brasília, que comandou a Abert por dois mandatos consecutivos, entre 2012 e 2016.
Para a vice-presidência, foi eleita a radiodifusora Marise Westphal Hartke, que presidiu o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de Santa Catarina (SERT/SC).
Entre as metas de sua gestão, Tonet aponta a flexibilização permanente da transmissão do programa A Voz do Brasil, a finalização do processo de migração do rádio AM para o FM, a conclusão do desligamento da TV analógica no país e a valorização da radiodifusão na Era Digital.
Tonet é também diretor do Comitê de Relações Governamentais da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e membro do Conselho Superior da Abert, do CONAR e do Conselho Diretivo da AIR – Associação Internacional de Radiodifusão.
Fonte: Portal Imprensa

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Atenção, tenha muito cuidado com Malware!



O malware deixou há bastante tempo de ser um hobby e já é um negócio lucrativo, criado e distribuído por cybergangs e criminosos na darknet (ou deep web). Um exemplo disso são os criminosos que criaram o ransomware Petya e seu irmão mais novo, o Mischa. Esses dois trabalham em conjunto para criptografar discos e arquivos, forçando as vítimas a pagarem muito dinheiro para recuperar o acesso aos seus computadores e arquivos. Agora, os autores iniciaram uma estratégia de marketing para promover o uso do seu malware: criaram uma marca e também um programa de incentivo com elevadas recompensas, tornando possível para qualquer iniciante em TI ser capaz de ganhar dinheiro com o cibercrime. "O cibercrime agora é semelhante ao tráfico de drogas na vida real. Você não precisa ser um químico para lidar com drogas; você pode se tornar um negociante associado a uma gangue. Como agora você também não precisa saber como escrever código de malware para distribuí-lo. Você pode simplesmente comprá-lo a partir da darknet e negociá-lo" - diz Michal Salat, diretor de Inteligência de Ameaças da Avast. O que é ainda mais preocupante, suspeitam os pesquisadores da Avast, é que existem afiliados prontos para espalhar ransomware dentro das empresas em que trabalham, segundo indicam postagens em sites da Janus. Segundos eles, você pode melhorar sua segurança fazendo o seguinte:

- Não abra quaisquer anexos suspeitos (por exemplo dos tipos ‘js’, zipados, .wsf ou .vbs)
- Deixe desativadas as macros do Microsoft Office por padrão e nunca ative com anexos desconhecidos que venham por e-mail
- Mantenha cópias atualizadas dos dados importantes em local seguro, seja online ou offline
- Assegure-se de que o sistema operacional e os aplicativos estejam sempre atualizados

Fonte: Avast

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Principais tendências para o Marketing em 2017.


O ano já passou de sua metade e, assim, já podemos vislumbrar algumas tendências de mercado que devem influenciar, e muito, o marketing digital em 2017. Não tem mais volta. Se você tem alguma percepção do que acontece ao seu redor você já notou isso, né? Mais da metade dos acessos de praticamente todos os sites do mundo são provenientes de dispositivos móveis. E com isso, qualquer estratégia de marketing digital precisa estar focada neste perfil de público, já que é deste ponto que grande parte dos acessos surgirá. Design responsivo, sites com otimização do tempo de carregamento, fontes maiores e uma série de outros fatos, favorecerão, definitivamente sua presença nos dispositivos móveis.
Confira as principais tendências para 2017









terça-feira, 30 de agosto de 2016

DESCUBRA COMO LUCRAR NO VAREJO COM O GAME POKÉMON GO


O jogo é sucesso nos Estados Unidos e começou com o pé direito também no Brasil. A Nintendo mantém um número crescente de fãs do game por aqui e, como toda plataforma, quanto mais adeptos melhor opção é a ferramenta para uma ação de marketing.

O grande sucesso deve-se a tecnologia explorada. A realidade aumentada é uma tendência e fazer o mundo virtual interagir com o físico proporciona uma experiência incansável para os fãs de um determinado aplicativo ou ferramenta.

As pessoas seguem freneticamente na busca dos Pokémons e, consequentemente, aglomeram-se em determinados locais e regiões. Em tão pouco tempo vemos cases de sucesso do marketing nos Estados Unidos:


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